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Controle integrado de Pragas

O Controle Integrado de Pragas Urbanas é um termo abrangente que pode ser definido como um sistema que incorpora medidas curativas, preventivas e corretivas destinadas a impedir que as pragas ambientais possam causar problemas significativos.

Controle IntegradoEm qualquer sistema de controle das pragas, esses objetivos devem ser acompanhados de menor custo possível com riscos minimizados para o homem e para os demais componentes desejáveis de seu meio ambiente.


O controle integrado pressupõe uma série de cinco fases de atuação distintas e seqüenciais:

Inspeção
É o momento onde se examina a área problema em busca de dados sobre a situação: o grau de infestação, os problemas que estão sendo causados, os tipos de ambientes onde o problema existe, o uso e o manejo que é dado a tais ambientes, a extensão física da área alvo, etc., enfim, a elaboração de um mapeamento completo, que nos permitirá seguir coerentemente o processo.

Identificação
Identificando a(s) praga(s) que existe(m) na área alvo, teremos automaticamente uma série de informações preciosas, baseadas em sua biologia e seus hábitos. Este processo, conta com a participação dos funcionários da empresa contratante, uma vez que faremos circular entre os departamentos informações sobre insetos e roedores, dos males que causam e orientação para preenchimento de um ‘check list’ que denunciará a situação infestante da área, permitindo-nos direcionar os tratamentos.

Recomendações
Identificada à praga infestante e todos os fatos que cercam o problema, são feitas recomendações relativas ao ambiente. Como limpeza, higiene, asseio, consertos e reparos. Medidas que o próprio cliente pode tomar para reparar as condições ambientais que permitiram a praga, sua penetração, instalação e livre proliferação naquele ambiente. Realizam-se também palestras educativas e explicativas aos funcionários, para que se envolvam no processo de controle das pragas.

Tratamento
O tratamento pode incluir a remoção de lixo, de entulhos, o uso de armadilhas, etc. Pode envolver também o emprego de inseticidas de forma correta e adequada. Através da utilização de produtos legais e apropriados para serem utilizados em cada caso.

Avaliação e Manutenção
Esta fase do programa permitirá que sejam medidos os resultados obtidos, fornecendo as estatísticas necessárias para o encaminhamento e continuidade dos tratamentos. Alterando medidas e métodos utilizados, se necessário, e servindo como base para medições futuras, uma vez que as populações dos insetos e roedores infestantes são constantemente monitoradas, através de ‘check list’ e verificações ‘in loko’.

Durante os trabalhos de Inspeção e Identificação, as áreas são pré-qualificadas de acordo com o nível propenso ao brigo de insetos e roedores (não-críticas, semi-críticas e críticas), também à disponibilidade de receber tratamentos químicos (disponíveis e restritas) e principalmente, quanto ao risco da incidência ou alojamento de pragas (baixo, médio, alto), sendo então agrupadas por grau de risco potencial em alojar pragas ou não, áreas sensitivas, delicadas, que envolvam riscos aos usuários ou processos fabris, devem ser mapeadas à parte e deverão receber atenção, cuidados e planejamento especial e específico.

De posse do mapeamento geral dos problemas e características físicas das áreas, estabelecemos então as medidas corretivas e os tratamentos que deverão ser realizados. Todas essas medidas contribuirão decisivamente para se lograr alcançar níveis de controle e até de erradicação das infestações em geral. Há certas áreas onde, eventualmente, os métodos não químicos sejam única opção.

Entendemos que áreas perifericamente bem tratadas (setores críticos e semi-críticos) que normalmente são suscetíveis a tratamentos químicos (disponíveis), possibilitam que setores delicados (restritos), como os de fabricação, embalagem e armazenamento (que são considerados não-críticos por receberem constantes tratamentos de higienização e conservação, impedindo a instalação da maioria das pragas), estejam sensivelmente menos dispostos a apresentarem infestações com pragas de alto risco, como baratas (de esgoto e áreas verdes) e roedores, viabilizando contudo, que pragas menores, como formigas e Baratinhas (Blatella Germânica), sejam tratadas de maneira localizada e simples.