Os serviços de LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE CAIXAS E RESERVATÓRIOS D'ÁGUA tem a finalidade principal de manter o nível de higienização e potabilidade da água armazenada, garantindo a saúde e o bem-estar de todos os usuários, devendo ser realizado no mínimo duas vezes ao ano - para volumes acima de 5 mil litros, conforme portaria GM 518/04 e SS65/05.
Para que a água que recebemos do sistema público de abastecimento se mantenha potável, é preciso conservar reservatórios d'água LIMPOS e TAMPADOS. Assim, ninguém corre o risco de contrair doenças como: Disenteria, Hepatite, Difteria, Poliomelite, Cólera, Amebíase e Febre Tifóide.
Esquecidas em cima das casas e dos prédios e até em alguns casos mal tampadas, tornam-se alvos fáceis de insetos, roedores e outras pragas além de acumularem poeira e detritos no decorrer do tempo, expondo diretamente a saúde e o bem estar de todos os usuários, causando assim, graves e diversas doenças.
Em prédios com sistemas complexos de captação, recalque e distribuição; nossos operadores acompanham todo o trabalho até que o abastecimento esteja regularizado, garantindo assim o bem estar dos usuários.
Resumo do Processo
Elaboração do plano de trabalho, onde serão levados em conta os seguintes itens:
- Ordem dos trabalhos, datas e horários de realização;
- Avaliação de consumo diário, estabelecendo assim a interrupção de abastecimento e consumo da água armazenada, diminuindo o desperdício;
- Tempo e período de esvaziamento dos reservatórios;
- Previsão de horários para início e término dos processos;
- Divulgação interna, visando a redução do consumo, quando assim for necessário;
- Realização dos trabalhos;
- Coleta de amostras para exames.
De um modo geral, a limpeza é iniciada com o esvaziamento do reservatório, seguida da remoção mecânica da sujidade incrustada nas paredes internas, utilizando para tanto, materiais de uso exclusivo ao fim.
O processo é concluído quando toda a sujidade tiver sido removida e o reservatório já estiver sido enxaguado.
A desinfecção é realizada levando em conta o tipo da superfície, o desinfetante a ser utilizado, o tempo de contato do desinfetante, a concentração e a quantidade necessária, em relação à capacidade de armazenamento da caixa. Após
a aplicação do desinfetante e da espera do tempo de contato, o reservatório é liberado ao abastecimento.
Concluído o processo de desinfecção e após o funcionamento estar normalizado, são coletadas amostras, conforme normas vigentes e encaminhada ao laboratório credenciado para análise físico e bacteriológica.
Os exames deverão acusar valores dentro do máximo permissível (de acordo com a Portaria 518GM do Ministério da Saúde, de 25/03/04) de unidades formadoras de colônias de coliformes (conforme níveis exigidos pelo Ministério da Saúde). Desta forma, considera-se o sistema desinfetado. Se os exames bacteriológicos acusarem irregularidades, deverá ser diagnosticado o motivo ou a rede infectada e sanado o problema.
|